Hoje li dois posts[1][2] muito interessantes sobre Cultura Livre e Software Livre. O primeiro escrito por Nina Paley[3], uma cartunista e ilustradora americana, e o segundo uma espécie de esclarecimento/contestação escrito por Joe Brockmeier[4], lider do Gnome Press Releases[5] team.
Os termos “Software Livre” e “liberdade” aqui tratados dizem respeito aos respectivos conceitos[6] defendidos pela Free Software Foundation.
Basicamente, Paley “reclama” de duas coisas:
Primeiro: o fato da FSF não estender seus conceitos de liberdade de software à cultura. Esse argumento é embasado no fato de a FSF recomendar o uso de licenças “Non Derivatives” para “Works that express someone’s opinion—memoirs, editorials, and so on…”[7]. No final, ela responde a dúvida que me acompanhou por todo o post – “o que é que eu tenho com isso?”, ou seja, por que a FSF deveria estender o conceito de liberdade de software às obras culturais? Bom, o argumento dela é, no mínimo, interessante (já explico por que): “I want the Free Software community – those who currently best understand the Four Freedoms – to champion the rest of Culture, not just Software. I want Freedom for All.”
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